Jeff Buckley – “This is our last goodbye”

 

Jeff Buckley

Gênio? Artista fora de série? Nada disso. A melhor  definição para sua obra: influente. Jeff Scott Buckley, ou simplesmente Jeff Buckley, em seu disco, Grace, consegue ser atemporal e ganha mais fãs na velocidade, em que sua música evoluir em uma melodia rebelde no som. O seu ar melancólico de uma atmosfera de desilusão com tudo, ganha eco de um timbre alto de grito libertário.  Coldplay, Radiohead e várias bandas do universo do  rock alternativo têm o álbum de Jeff como maior referência. A verdade, os bons morrem cedo. 

Documentário sobre Jeff Buckley.

Uma das músicas que rola no Durango95′:

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Comments

  1. Letícia Azevedo says:

    Acho que podiam fazer uma Durango com um show especial da Van Pelts só tocando Jeff Buckley, hein? O que achas?

  2. Um adjetivo para Buckley? Hum….Sensível!. Sensível a arte, a música e a vida. Tenho o album “Grace” e com orgulho digo isso. Pois tenho em maos a obra máxima de um artista influente (como ja foi citado), querido e respeitado no mundo da música. No, excelente, álbum do Hole “Celebrity Skin” de 97, Courtney escreveu (Boys On The Radio) para ele. Suas cançoes deixam no chinélo quaquer tentativa de bandas como Restart, por exemplo, de fazer uma cançao bonitinha para as FM’s. Além de conseguir tocar o mais duro dos coraçoes (senao tocar, é porque esse alguém esta morto). Lamento pela forma realmente trágica que ele morreu, nao apenas pelo talento que possuia, mas também como pessoa. Tenho certeza de que se estivesse vivo, estaríamos ouvindo mais obras primas da música! E nos emocionando com sua intrerpretaçao assustadoramente bela e tocante. PS: Alguém sabe se os meninos da Restart sabem nadar?

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